sábado, 26 de novembro de 2005

Encerramento do SAP de Silves

A época natalícia é um período, por excelência, destinado à conciliação, à condescendência e à paz, sendo excelente pretexto para a união das famílias e dos povos, até porque posteriormente, comemora-se a passagem de mais um ano e a entrada num outro, que se deseja sempre melhor.
Saliento que o governo tem em curso uma nova reforma no âmbito da saúde, reforma esta que vai ao encontro do encerramento do Serviço de Atendimento Permanente de Silves (SAP) a partir da meia-noite, o que irá obrigar-nos forçosamente a deslocarmo-nos ao Hospital do Barlavento Algarvio em Portimão.
Conclui-se, desta forma que, o encerramento do "SAP" será um dádiva à população do Concelho de Silves atribuída pelo Governo em funções.

4 comentários:

lokomotive disse...

"Há três espécies de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas" ...alguma há de ter sido invocada para encerrar o SAP, ou então terá alguém semeado algumas promessas para mais tarde colher uns quantos favores?!?...

Martins disse...

Após ver o pedido de contenções de despesas por parte do Primeiro-Ministro, e depois dar inicio a estudos para projectos megalomanos, já acredito em tudo. Mas só quem não conhece a realidade do nosso país e em particular a do nosso concelho é que tem a infeliz ideia de encerrar o SAP de Silves entre as 24 horas e as 8 horas.
Somos o 5º maior concelho do país com pessoas expalhadas por todo o concelho e muitas delas (na maioria) idosas vivendo a mais de 50km do hospital mais proximo.
Espero que esta infeliz ideia não vá prá frente, pois se isso ocorrer muitas pessoas iram para as longas filas nas urgências do hospital do barlavento, e se calhar muitas pessoas teram graves problemas originados por isso.
Se calhar, quem tiver dinheiro futuramente poderá ser consultado durante essas horas no nosso concelho!

HIRO disse...

Será que temos de pagar a OTA e o TGV com a vida??????
Pensem nisto!!!!!!!!!!!!!

M. disse...

Lamentavel que num Pais cujo Serviço de Saude é precario que a ARS/Algarve tomasse essa decisão, agravando as dificuldades ja existentes em Portugal.Sou solidaria com a Presidente da Câmara de Silves e seus habitantes.