segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Achado palácio do Infante

Foi no decurso da abertura de uma vala para a instalação de infra-estruturas de uma casa de chá, dentro do castelo, no âmbito das obras do programa Polis, que surgiu à luz do dia algo suspeito. “Verifiquei que os materiais não eram islâmicos”, salienta a arqueóloga Rosa Varela Gomes, da Universidade Nova de Lisboa, responsável pelas escavações, para quem foi “uma surpresa total” o que veio a ser descoberto.
As escavações revelaram um amplo salão e uma escadaria com siglas iguais às da Sé de Silves, o que indica uma ocupação cristã. Mas há mais: os alicerces são em taipa diferente da islâmica e existe uma abóbada tombada. O palácio teria um piso superior, tendo sido já recolhidas diversas peças, nomeadamente de cerâmica, moedas e fivelas dos séculos XIV e XV. Os materiais são de grande qualidade e muitos importados.
Ao lado da casa, os arqueólogos depararam-se ainda com um lagar “muito bem conservado”. Rosa Varela Gomes afirma que se trata de um importante lagar do século XV.
A conclusão de que o palácio pertenceu ao Infante D. Henrique resulta da circunstância dos vestígios descobertos serem contemporâneos ao período em que ele viveu em Silves. “O Infante foi alcaide de Silves, existindo despachos assinados com a indicação desta cidade. Tendo em conta esse facto, a alcaidaria teria de se localizar dentro do castelo”, refere a arqueóloga.
Para além disso, Gomes Eanes de Zurara, cavaleiro da casa do Infante, escreveu a Crónica da Guiné precisamente em Silves. E há registo de muitos marinheiros oriundos desta zona do Algarve, incluindo Diogo de Silves, descobridor dos Açores.
Rosa Varela Gomes acredita que Silves está ligada “à génese dos Descobrimentos”. O Infante ter-se-á mudado depois para Lagos e Sagres. A arqueóloga refere a necessidade da continuação das escavações.
A presidente da Câmara, Isabel Soares, considera que a descoberta representa “uma importante mais-valia em termos culturais e turísticos para o concelho”.
NECESSÁRIO FINANCIAMENTO
Boa parte da área do palácio do Infante ainda está por escavar, colocando-se agora a questão do financiamento dos trabalhos. A arqueóloga Rosa Varela Gomes esclarece que a estrutura surgiu em resultado das obras do Polis, mas estas não prevêem verba para a continuação das escavações.
A presidente da autarquia, Isabel Soares, assegura, no entanto, que o objectivo é prosseguir os trabalhos, dada a importância do achado. O que está a descoberto será parte do piso superior do palácio, situado à esquerda da porta principal do castelo, que abateu com o passar do tempo. Está ainda por explorar o resto desse piso e a totalidade do rés-do-chão, bem como alguns anexos ao imóvel.
OUTRAS INTERVENÇÕES NA CIDADE
CRIPTA
Outras acções arqueológicas estão em curso em Silves. No próximo mês irá ser efectuada uma prospecção de geo-radar na Sé, com o objectivo de descobrir a entrada da cripta. Neste local já terá estado enterrado D. João II.
POLIS
A zona histórica está em obras, no âmbito do Polis. A presidente da Câmara diz que estarão concluídas até finais de 2007. No castelo serão criados um jardim islâmico e uma casa de chá, sendo recuperada uma cisterna almóada.
ENTRADA
As torres do castelo vão ser musealizadas, recebendo parte dos objectos recolhidos no palácio do Infante. Isabel Soares, presidente da autarquia, revela ainda que será criada uma nova entrada no castelo, pela Porta da Traição.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Silves prepara voluntários para responder a calamidades

A Câmara de Silves anunciou, esta semana, que vai lançar brevemente o projecto “Voluntariado de Protecção Civil”. A intenção da autarquia é criar brigadas de voluntários que possam ajudar as autoridades a responder em casos de eventuais catástrofes. A Câmara de Silves adianta que o concelho tem “as condições naturais para a ocorrências de calamidades”, referindo concretamente a luta contra as cheias e, mais recentemente, contra os incêndios que devastaram grande parte do território. “No caso do concelho de Silves – o segundo maior do Algarve – é conhecida a apetência das pessoas para participar no voluntariado, mas também se sabe que as entidades ligadas à Protecção Civil têm tido alguma dificuldade de proximidade e de diálogo com as pessoas”, afirma a autarquia silvense. Segundo apurámos, os voluntários que participarem neste projecto estarão devidamente identificados e fardados, e deverão estar sempre prontos para qualquer eventualidade que exija a intervenção de brigadas da Protecção Civil.

publicado no "Jornal do Algarve"

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Critério para encerrar urgências passa de 10 para 3 atendimentos

O Ministério da Saúde mudou o critério para encerrar as urgências dos centros de saúde que funcionam das 24.00 às 8.00. A ideia inicial da tutela era fechar por todo o País os Serviços de Atendimento Permanente (SAP) que recebessem menos de dez utentes por noite. Mas esta intenção foi revista para três atendimentos. Na região Centro, por exemplo, o plano inicial implicaria o encerramento de todos os serviços hoje a funcionar.

As mudanças que vão ocorrer na rede de cuidados primários levaram o ministro da Saúde, Correia de Campos, a um périplo de três dias pelo distrito de Viseu, que terminou ontem com uma reunião com todos os presidentes de câmara da região. Uma visita para explicar a autarcas e profissionais de saúde os planos da tutela de pôr fim aos SAP, que será repetida nos próximos meses pelas outras regiões do País.

A oposição local a esta medida faz com que o tema seja de gestão difícil para o ministro, que preferiu não anunciar quantos e quais os centros de saúde na lista de encerramentos, o que só acontecerá quando as soluções estiveram definidas a nível nacional. Mas, em Viseu, deverão ser a maioria dos dez existentes.

O fecho destes serviços não tem, por enquanto, data marcada. Até porque o Governo garante que nada será fechado sem que haja alternativas em funcionamento. Estas novas soluções ainda estão a ser pensadas e vão passar pela criação de uma rede de Urgências Básicas para substituir os SAP. Estas urgências, de primeira linha, funcionarão apenas em centros de saúde que obedeçam a critérios de qualidade mais apertados do que os actuais equipas de dois médicos e dois enfermeiros e aparelhos de diagnóstico e análises para evitar o encaminhamento dos doentes menos graves para as urgências hospitalares. Além deste nível de atendimento, serão reorganizadas as urgências hospitalares em dois grupos: polivalentes (as mais completas) e medico-cirúrgicas (intermédias).

Os dez SAP do distrito de Viseu atendem 28 pessoas por noite. O que representa uma percentagem de 2,8 doentes vistos por cada unidade entre as 24.00 e as 8.00. Há mesmo unidades, como a de Armamar, que atendem apenas um doente e que integram o lote de encerramentos quase certos.

Contudo, o número de utentes é apenas um dos pontos tidos em conta para o encerramento, que será cruzado com a distância, a acessibilidade e o transporte de ambulâncias. Mesmo fechando serviços, a tutela assegura que ninguém ficará com uma urgência a mais de 60 minutos de distância.

O ministro considera que muitos dos actuais SAP são "uma falsa segurança para as populações" e uma despesa injustificada para o Estado. Além disso, diz, na prática não são mais do que um prolongamento do horário de consultas normal para quem não consegue ser visto pelo médico durante o dia. E uma forma de consumir os recursos humanos destas unidades, a maioria com um número reduzido de médicos em idade perto da reforma. A reconversão de alguns centros em Unidades de Saúde Familiar (mais pequenas, com horários alargados e um pagamento aos médicos por doentes atendidos) deverá, segundo o governante, resolver esta questão.

"Há 11 centros de saúde sem SAP em Viseu e as pessoas não são mais mal atendidas", defendeu também o presidente da Administração Regional do Centro , Fernando Regateiro, sublinhando que hoje se "confunde urgências com atendimento permanente" e que o objectivo é melhorar a qualidade.

Mas a ideia está longe de colher a aprovação da população e dos autarcas, apostados agora em conseguir assegurar um novo serviço de urgência básica para as suas cidades. O presidente da Câmara de Vouzela, um dos locais visitados por Correia de Campos, é um deles. Armindo Ferreira considera que a medida "só pode agravar a situação das pessoas" e que se trata "de uma desconsideração" para com a cidade.

Em Viseu, a Comissão de Utentes da Saúde está já a promover um abaixo-assinado para entregar na Assembleia da República. Segundo a representante deste movimento, Helena Neves, "a população é envelhecida e não tem forma de se deslocar para outros locais". O abaixo-assinado conta já com 2200 subscritores, mas "serão muito mais", garante.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Governo “ignora” autarcas do PSD/Algarve

Quatro presidentes de câmaras municipais algarvias, todos eles sociais-democratas, solicitaram audiências com o Governo durante o ano passado, tendo sido todas elas “ignoradas”. A acusação partiu do PSD/Algarve, este mês, que descreve a atitude do governo socialista como “pouco democrática”. O autarca social-democrata que lidera a lista dos “mais ignorados” é Desidério Silva (Albufeira), que alegadamente pediu três audiências com o secretário de Estado adjunto da Administração Interna, uma com o secretário de Estado dos Transportes, uma com o secretário de Estado do Turismo e uma com o ministro do Ambiente. No entanto, todas elas não terão obtido qualquer resposta por parte do Executivo. Quem também teve a mesma sorte foi o presidente da Câmara de Loulé, Seruca Emídio, que terá solicitado duas vezes audiências com o secretário de Estado do Turismo. Por sua vez, o PSD/Algarve alega que Isabel Soares, da Câmara de Silves, solicitou audiências com o ministro das Obras Públicas e com o ministro do Ambiente e Ordenamento do Território, mas o sucesso foi o mesmo, ou seja, nenhum. Os sociais-democratas frisam ainda que a Câmara de Vila Real de Santo António terá solicitado uma audiência com o secretário de Estado da Administração Local. “Este comportamento evidencia uma discriminação relativamente aos autarcas socialistas algarvios. O PSD/Algarve apela ao sentido de Estado e de isenção do primeiro-ministro, para colocar os seus ministros dentro da ordem democrática e republicana”, concluíram.

Publicado no "Jornal do Algarve"

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Cavaco ganha à primeira

Aníbal Cavaco Silva foi ontem eleito Presidente da República à primeira volta, obtendo 50,6% dos votos.

Manuel Alegre foi segundo, com 20,7%, a grande distância de Mário Soares, apenas terceiro, com 14,3, confirmando a generalidade das últimas sondagens. Jerónimo de Sousa teve 8,6%, bem à frente de Francisco Louçã (5,3%) e Garcia Pereira (0,4%). A abstenção ficou nos 37,7% – em 1996 (Sampaio-Cavaco) fora de 33,3%. Faltava ainda terminar o escrutínio em Algés (Lisboa), e houve um boicote em Passos, Cabeceiras de Basto, e o roubo dos cadernos eleitorais no Pinhão, concelho de Alijó, que vão a votos amanhã.

Só depois das 22h30 é que Cavaco apareceu a ler a sua declaração no Centro Cultural de Belém. “Quero ser, e serei, o Presidente de todos os portugueses”, disse, depois de afirmar que “a eleição acabou e com ela a maioria que me elegeu”. Mais à frente, ouvido quase em silêncio pelos apoiantes, Cavaco disse que quer o desenvolvimento “que só é económico para ser social”, sublinhando o valor da estabilidade política e do diálogo “para planear e tomar decisões”.

A vitória de Cavaco, que os estudos de opinião à boca das urnas avançados pelas três televisões às 20h00 já davam como certa (a da RTP era a menos clara e apontava 49 a 54%), acabou por ser anunciada por Mário Soares, às 21h36, no Hotel Altis, em Lisboa: “O prof. Cavaco Silva foi eleito à primeira volta com maioria absoluta. Resta-me felicitá-lo, o que já fiz pelo telefone”. A essa hora ainda havia dúvidas, porque o primeiro candidato do centro-direita a ser eleito Presidente após o 25 de Abril o acabou por ser com quase os mesmos votos (ou até um pouco menos) com que Freitas do Amaral perdeu para Mário Soares em 1986 – cerca de 2,8 milhões. Aliás, com 0,79% de votos nulos e 1,06% brancos, a eleição ficou decidida ontem porque só contam os votos nos candidatos.

A noite ficou marcada pela derrota de Mário Soares, o candidato do PS, e a última desfeita ao rebelde Manuel Alegre foi o facto de José Sócrates ter começado a falar ao mesmo tempo que Alegre lia a sua declaração, pelo que as televisões ignoraram o último. Muitos entenderam o caso como uma maldade do primeiro-ministro. Os assessores explicaram depois que Sócrates não sabia que Alegre falava na mesma altura.

RESULTADOS NACIONAIS:

CAVACO SILVA, 2 753 511 VOTOS, 50,60%

MANUEL ALEGRE, 1 126 633 VOTOS, 20,72%

MÁRIO SOARES, 780 631 VOTOS, 14,34%

JERONIMO SOUSA, 467 146 VOTOS, 8,59%

FRANCISCO LOUÇÃ, 288 597 VOTOS, 5,31%

GARCIA PEREIRA, 23 718 VOTOS, 0,44%

CONCELHOS APURADOS: 306

FREGUESIAS APURADAS: 4258

INSCRITOS: 8 830 706

VOTANTES: 5 529 117

ABSTENÇÃO: 37,39

publicado no jornal "Correio da Manhã"

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

Cavaco Silva quer “Portugal no pelotão de desenvolvimento da União Europeia”

Cavaco Silva escolheu o seu concelho Natal, Loulé, para deixar uma mensagem positiva em relação ao futuro do país e para mobilizar todos os portugueses para o desafio de tornar “2006 no ano de viragem”. Intitulando-se como a “escolha certa”, Cavaco sublinhou que pretende ser um “presidente activo”.

Aplaudido à chegada por mais de 1300 conterrâneos o algarvio, natural de Boliqueime, manifestou a sua disponibilidade em ajudar a resolver “a crise de confiança que abala os portugueses” e estar empenhado em “colocar o país novamente no caminho progresso e da prosperidade, aproximando-o do primeiro pelotão de desenvolvimento da União Europeia”.

“Parece que Portugal está envolvido numa teia de problemas e o Presidente da República pode ajudar a desatar este nó que nos bloqueia e amarra. Um Presidente da República pode ajudar a ultrapassar esse estado de espírito e ajudar a combater os pessimismos, os desânimos, as descrenças e mobilizar os portugueses para o desafio do futuro”, frisou.

Falando da falta de competitividade de Portugal a nível internacional, Cavaco Silva sublinhou que tem muito orgulho em ser português e não se “conforma com uma situação em que nos atrasamos, em cada ano, num nível de desenvolvimento em relação à nossa vizinha Espanha”.

Cavaco sublinhou que “os portugueses precisam de um Presidente da República activo e empenhado. Com os tempos difíceis que vivemos não podemos estar resignados e convencidos que não se pode fazer nada para alterar esta situação. O Presidente da República tem de ser o primeiro na linha da frente a tentar mobilizar todos os portugueses”, sublinhou o candidato.

Destacando que defende a estabilidade o candidato social-democrata mostrou-se empenhado na cooperação com o Governo para a resolução dos problemas que afectam o país. As questões sociais, da educação, da saúde e da economia não ficaram esquecidas e foram bastante focadas durante o jantar ao qual assistiram a maioria dos presidentes sociais-democratas algarvios.

“Se for eleito Presidente da República empenhar-me-ei fortemente na valorização dos nossos recursos humanos. Sei muito bem como a educação é decisiva para que os nossos jovens possam enfrentar as dificuldades neste mundo complexo e de globalização. Tenho manifestado a minha preocupação em relação à pobreza infantil. Tenho manifestado a minha disposição para lutar contra o abandono escolar e contra o insucesso escolar. Quero trabalhar por Portugal e ajudar os portugueses a escolher o caminho certo”, concluiu.

publicado no "jornal Região Sul"

quinta-feira, 29 de dezembro de 2005

Feliz Ano Novo


A JSD de Silves deseja um Feliz Ano Novo a todos.
Esperamos que o ano de 2006 seja um ano próspero e, sem dúvida, melhor que o ano que termina.
A nossa vida é feita de causa, efeito. Por isso, pedimos a todos que antes da passagem do ano reflitam apenas 5 minutos nas coisas boas e nas coisas más, pois todos temos de melhorar as coisas boas e evitar as coisas más, para o nosso bem e para o bem de todos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Jantar de Natal da JSD de Silves

No dia 22 de Dezembro de 2005 a JSD de Silves realizou no restaurante "Recanto dos Mouros", em Silves, um Jantar de Natal. Este jantar foi mais um momento de confraternização entre os membros da recem criada JSD de Silves. Neste jantar estiveram presentes cerca de 25 membros da JSD Silves.
Durante o jantar manteve-se a boa disposição e a grande união caracteristica deste grupo. Um dos pontos altos do Jantar foi o discurso do presidente da JSD Silves, José Pedro, que fez referência a todos os bons momentos que passamos durante a campanha eleitoral para os orgãos locais, e relembrou a todos os presentes que é preciso ainda mais empenho para que possamos fazer mais e melhor em 2006.
Este foi o primeiro de muitos outros jantares de Natal que se iram realizar nos anos futuros. Esperamos que no próximo ano se sentem connosco nesta mesa mais pessoas, não só da JSD de Silves mas de outras concelhias também.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

JSD Silves promove recolha de tampas plásticas

A JSD de Silves está a levar a cabo uma campanha de recolha de tampas de plástico, de todos os tipos, desde tampas de garrafas a garrafões, com objectivos de carácter social.
Segundo informa a JSD de Silves esta campanha resulta de um protocolo assinado entre esta organização partidária juvenil e a associação “Tampa Amiga”. O objectivo passa por “recolher e posteriormente enviar, o maior número de tampas para uma empresa de reciclagem – AMARSUL – que em troca fornecerá ajudas técnicas, no caso concreto, cadeiras de rodas, canadianas, bem como outro tipo de materiais ortopédicos, para que possam ser entregues a pessoas com mobilidade reduzida, que não têm condições económicas para adquiri-las”.
As associações ou pessoas que pretendam participar nesta campanha terão apenas que recolher as tampas de plástico, de todos os tipos e assim participar nesta iniciativa que, segundo a JSD de Silves depende unicamente de “um gesto simples e sem custos para quem dá”, mas que dará uma “ajuda preciosa” a quem precisa.
Para a recolha de tampas, a JSD está a distribuir uma série de garrafões identificados, que estão a ser colocados em diversos estabelecimentos comerciais por todo o concelho, onde as pessoas poderão depositar a sua contribuição. Mas para facilitar a recolha, os organizadores desta iniciativa dizem-se dispostos a proceder à recolha das tampas em qualquer local, devendo os interessados contactar os números: 919596342 ou 918599632.

publicado no jornal "TERRA RUIVA"